quarta-feira, 13 de agosto de 2008

soneto do amor total

Amo-te tanto, meu amor...não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanenteE de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais doque pude.

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